Crash Tester

June 23, 2006

O melhor do futebol é a torcida

Filed under: Querido Diário

Eu nasci em São Paulo, bela e descentende de italianos, palmeirense. Um dia cismei com o uniforme do São Paulo e passei um tempo (meses talvez) sendo são-paulina, até o palmeiras fazer um gol, eu comemorar e me convencerem que eu era palmeirense.

Depois eu cresci e estudei com uns fanáticos por futebol entre 14 e 15 anos de idade. Acompanhei a libertadores de perto, estudei com calma o que Luxemburgo fez pelo verdão em 94 e sou fã do cara até hoje, descobri que só porque o lindão do Batistuta é argentino não significa que ele vá estar em algum time da Argentina da libertadores e levei walkman para sala para ver meu time ser detonado pelo Manchester United. Me formei e perdi o contato com os amigos… nunca mais eu tive contato com futebol. Eu nunca gostei de verdade, era uma coisa de se encaixar no clubinho (e porque muito legal ser a única minina que entende de futebol)

Mas agora na copa é impossível ficar impassível. Em 2002 eu orglhosamente não assisti nenhum jogo, nem mesmo a final. Reclamava da venda do titulo para a França em 98 e dormia (lembram que os jogos eram cedo?). O único gol que eu ví foi do Beckhan (eu acho) no classicão Argentina x Inglaterra, que eu só assisti porque no pátio da faculdade tinha um telão de 300" passando o jogo. Não liguei quando o palmeiras foi rebaixado e nem soube que voltamos para a primeira divisão. Antes de Brasil x Croacia o último jogo que eu tinha assisido por livre e espontânea vontade creio que foi Vasco x São Caetano.

Que eu adorei, pelo mesmo motivo que eu adoro a copa, shows de rock e cultos religiosos. Eu acho DUCA a mobilização das pessoas em prol de um só sentimento. Eu sou daquelas bêbadas filosofas… mais de uma vez fiquei com a minha vodka no canto de algum show ou balada e me emocionei com todo mundo cantando junto. Me impressiona modo como a música transimite um sentimento universal (mesmo que nós sempre agregemos nossas lembranças e sentimentos às musicas que nos marcam) e faz de repente 400 pessoas de uma pista de dança dançarem ao mesmo ritmo, ou 500.000 pessoas (chute) cantarem junto com o Mr. Bono no Pacaembú. E eu sempre amei música por causa disso e recentemente me dei conta que com futebol é a mesma coisa.

Por ter assistido o primeiro jogo da copa numa ação da coca-cola aqui em São Paulo, deveriam ter mais umas 200 (?) pessoas comigo. Telão… Seleção… Hino. Um bando de desconhecidos olhando para a mesma direção, com a mão na mesma posição cantando a ode à patria canarinho (mesmo que errado) juntos com os 11 escolhidos para levar a bola para o gol e uma bolada para o bolso. Começa o jogo e os olhos vidram na tela, parando apenas para a Kaiser e quando finalmente saiu gol foi unisona a reação das pessoas, todas esquecendo a conta de luz e comemorando, se abraçando (mesmo que não faça nenhum sentido) e tocando cornetas infernais :P.

Podia ser com hockey, com baseball, com nado sincronizado mas eu vivo no país do futebol e é isso que eu gosto da copa… de manhã todo mundo se xingando no trânsito, na hora do jogo "um só coração". Clichê, maybe, mas que é bonito de se ver, é.

June 21, 2006

Filed under: Uncategorized

Eu preciso de um analísta. Estranhamente, dessa vez não é um profissional de psicologia que eu preciso, é um de TI mesmo. Analísta de sistemas. Quase meio litro de café sem açucar depois ainda pairam dúvidas na minha cabeça sobre como começar um projeto e não tenho para quem gritar.

Bate cabeça, desenha no sulfite, rabisca no bloco de notas (até o Word eu abri hoje, o que é rarissímo) e … mais café. Não leitor, esse não é um post para te entreter, é só um desabafo de uma programadora júnior perdida, sentindo falta de alguém para questionar minhas idéias até eu me convencer que elas são boas ou ruins o suficiente.

Essa é a parte péssima de não ter uma equipe homogênea. Tudo vai bem enquanto o big brain da coisa cuida das broncas mas se o big brain emperra ele vai debater com quem? (pensamento rápido: quando eu virei big brain que não me contaram?)

AAAHHHHHRRRRG. Profissionais de TI não são os mais estresssados do mundo à toa. No fundo eu fico feliz de não estar mais tão simplista e "programadora de deamweaver" como há uns tempos atrás mas que as vezes dá vontade de tirar uma semana só para passar lay do corel ou photoshop para css\xhtml w3c compilant…

June 14, 2006

… sem achar nenhum campo de centeio

Filed under: Querido Diário

Essa semana aconteceram coisas o suficiente para que me desse na telha de escrever o texto abaixo. No fundo é só porque soa bonito mesmo… na verdade eu acho que eu nunca deitei a cabeça no travesseiro duas noites seguidas com a sensação de que estava satisfeita.
Não sou a única com essa sensação. Agradavelmente, tem 2 escritores (um deles realmente célebre) que tem a mesma sensação (lembrando que eu bem queria ser uma): Joyce Maynard e J.D. Salinger. Andei lendo o livro "Abandonada no Campo de Centeio", de Maynard. É uma biografia de Joyce, com enfoque no único detalhe de sua vida que a difere de uma vida comum: seu relacionamento com Salinger.

Ela cresce com essa sensação de estar perdida no mundo, de não ter um lugar seu (à começar pelo fato dela ser meio-judia) e de nunca ter achado uma pessoa que parecesse entender suas ‘neuroses, psicoses, paranoias e afins’. Bom livro. Confirma a minha teoria que O Apanhador é auto-btiografico porque seria impossível escreve-lo se não fosse e também me fez acreditar que eu poderia te-lo escrito, já que eu tenho "Alma de Caulfield".

Segue o texto… reflexões sobre tempos em que eu não era menos perturbada mas que hoje me parecem mais facil:

 "Eu acordava todos os nasceres do sol entre segunda e sexta. Saia sonolenta da cama para vestir uma camiseta qualquer e me aprontar. Antes de sair tomava leite e comia pão, sempre o mesmo pão de hamburguer, esquentado na chapa, com a margarina derretendo. Eu ia trabalhar, uma coisa que quase nunca me trazia novidade ou surpresa: talvez um cliente mais histérico, um acidente visto pela janela no caminho de volta, nunca nada demais. Eu jantava as batatas de forno, assistia filmes às terças, nos outros dias tomava banho, lia, dormia. Nos fins de semana passeava pela cidade pequena. Pelo prazer de tomar sol, pelo bate papo com os trabalhadores do comércio local, para arejar, andarilha nos 5 quarteirões que eram o centro, abastecida de milk shake. Depois da caminhada um cochilo, um banho, uma roupa melhor e a caminhada novamente, agora rumo a praça: em cidades pequenas nos fins de semana só há a praça da igreja. As mesmas pessoas, entretenimento previsível nas conversas sobre o tempo, o jogo, os conterrâneos. As vezes fazia sol de domingo e iamos de bicicletas até o grande lago. Sempre que ouço sobre lagos, seja o Ness ou o Michigan, não me vem à cabeça que um deles possa ser mais fabuloso que o lago em que iamos, tomavamos sol e comiamos bolo.

No lago tinha uma ponte. Eu me sentava na sua grade e via o sol se por, já que a volta de bicicleta garantia não passar frio. Podia ver o começo da noite, as primeiras estrelas… na madrugada elas serão as mais brilhantes. Mas eu voltava para casa e dormia, antes de vê-las. Semana após semana.

Mas um dia eu quis atravessar a ponte, ir para o outro lado, conhecer um novo mundo. Se o fizesse, sabia que seria para sempre, mas fui sem medo. E achei muitas coisas que pude incluir em listas de sonhos e planos, muito além de caminhadas com milkshakes, chefes e telefones. No começo quis ter certeza das coisas que queria. Depois passei a tentar conquista-las. Até hoje tento, muita coisa sem sucesso. Diariamente pensando e me frustrando. Chorando pelos cantos. As vezes tento trocar de ares para ver se me animo.

Agora quando posso, vou até o lago de carro, que já não é mais tão perto. Sento e olho a paisagem que conhecia apenas vendo do outro lado. Daqui, o lago parece muito maior, a ponte mais longa e as luzes à distância muito mais belas."

 A ponte

June 13, 2006

O que será desta vez?!

Filed under: Publicidade

Depois do queima-filme (ao menos na blogosfera) do copo de birita vermelho, uma campanha igualzinha mas agora investindo em mídias mais caras (front-light e não grafite) e menos guerrilheiras, apareceu isso na Internet.

Eu só descobri porque vi o front-light na av. sumaré hoje de manhã e parece que ninguém mais faz idéia do que se trate. Nem no Google eles aparecem. Vai saber coé…

(eu reclamo reclamo de fazer propaganda de graça mas bem que eu me empolgo com essas coisas)

June 12, 2006

MKT: Dia dos Namorados

Filed under: Querido Diário

"if only i had onde wish i’d want a million billion lifetimes that i could spent with you falling in love with you again and again"

Diferente do ‘Valentine’s Day’, comemorado, entre outros lugares, nos Eua no dia 14 de Fevererio, a orgiem do nosso dia dos namorados, celebrado hoje,não tem nada de pura, religiosa ou romântica.

Enquanto o dia dos namorados lá no norte começou com rituais pagãos de fertilidade e foi cristianizado na data de morte de São Valentim , martir da igreja católica que realizava casamentos mesmo contra as ordens do imperador Claudius II, no século III d.C., o nosso dia dos namorados é pura e simplesmente uma grande sacada de marketing.

Aqui as coisas começaram em 1949, quando o publicitário João Dória, preocupado com o fraco comercio do mês de Junho, criou uma campanha com o slogan "Não é só com beijos que se prova o amor", criando o nosso dia dos namorado um dia antes de 13 de Junho, dia de Santo Antônio, o santo que promete desencalhar qualquer tia =D.

Embora seja puro marketing, além de querer ser ‘publicitária’ quando pequena, eu cresci, virei consumista, capitalista e apaixonada. Ou seja, eu comemoro o dia dos namorados, mesmo que muitas vozinhas coerentes na minha cabeçam expliquem (o) que está errado. Que, além de ser capitalismo puro, quando se encontra alguém que se ama deve-se dar valor todos os dias e todos aqueles clichês. Mas bah, como ouvir essas vozes ao ver sua cara de felicidade quando abriu a caixa da loja de brinquedos? Sim sim, esse é só um post piegas para dizer, nesse dia de celebração de uma campanha publicitária bem sacada que hoje, no valantine’s day, no dia do animal, na morte de james joyce e todos os outros dias, você vai ter com quem compartilhas as fichas de fliperama, entrar em prédios ’só porque a porta tava aberta’, pular de palcos (e se esborrachar), com quem filosofar sobre a personalidade do billy e da mandy e todas as nossas esquisitices que te fazem o nosso relacionamento tão… ‘único’ (para não dizer freak, bizarro, exótico…).

 

Dead Bride Jess and El Repro 

Pieguices à parte, feliz dia dos namorados para todos que tem com quem comemorar e para quem não tem, mas está procurando, amanhã é dia de enfiar o santo de ponta cabeça no copo d’agua, não esqueçam. Mas a boa notícia para todo mundo é que amanhã começa a temporada de fogos, quentões, pinhões, batata doce e outras delícias de uma verdadeira comemoração típica brasileira, que junto com uma copa do mundo, tem atrativos para todos os gostos e estados civis.

June 7, 2006

Bolovo

Filed under: Inutilidades, YouTube

Eu sei que eu sou fresca mas jamais diria que excessivamente. Eu até comia aqueles hot-dogs com tubaina por 50 Cents do centrão de São Paulo. Eu tomo coca-cola com café e leite condensado. Eu até consigo respirar na frente de churrasco grego. MAS BOLOVO NÂO DÁ! IMHO é a comida mais nojenta da história, bem pior que carne de cachorro (vaca, porco, carneiro, cachorro… tanto faz), insetos em geral (pelo menos é crocante) e pastas disformes de soja sem tempeiro.

Assista o vídeo e concorde comigo

June 6, 2006

Dia do demo?

Filed under: Inutilidades

96 foi a mesma coisa, mas eu não tinha blog na época. Acho que de 10 em 10 anos vai ser assim: chega dia 06.06.*6 começam as piadas, as festas e os comentários temerosos. Em 96 eu ouvi até dizer que naquele dia o filho do senhor das trevas estava nascendo. Hoje, quem sabe não saia o episódio final de "Caverna do Dragão" (Dungeons And Dragons) e finalmente descubra-se a verdade sobre o Mestre Dos Magos ser (ou não) o Vingador?

À parte de meras especulações, a cidade de Hell, no estado de Michigan, EUA (localizada à 294 milhas ao norte de Paradise) está lucrando com a data, vendendo souvenirs dos mais variados, sempre que possível à $6.60. Durante o resto do ano as tranqueiras que estão sendo vendidas hoje nas comemorações deste dia tão (tão o que afinal?) também podem ser compradas pela loja online dentro do site http://www.hell2u.com/ mas hoje, talvez pelo exceso de tráfego, não consegui acessar. E não são só os moradores locais, alguns exóticos de outras terras partiram para lá.

O que me intriga nisso tudo é o real significado da coisa. Seria o 666 o legitimo número da besta? O primeiro computador da Apple, o Apple I custava $666.66. Tanto se especula que sir Bill Gates seja um dos cavaleiros do Apocalipse, que este lançamento da Apple só pode significar o início de uma cruzada anti-satânica.
Outros registros históricos dizem que a origem do 666, o livro biblico do apocalipse, foi deturpada pois houveram problemas com a cópia manuscrita dos caracteres hebreus e que sendo assim o 6 do meio seria na verdade 1 e ai teriamos o grande 616, sendo que as celebrações estão 5 meses atrasadas e deveriam ter acontecido no dia de reis.

Em todos os casos, feliz (ou demoniaco? isso lá é coisa que se deseje?), enfim, um divertido 06.06.06 para todos você e até daqui à 10 anos com o mesmissimo tema.

June 5, 2006

Da importância das coisas inúteis

Filed under: Tecnologia

Primeiro dia de trabalho do programador mais velho que eu, com mais tempo de experiência e no último semestre da faculdade (lembrando que eu sou bixete): o cara chega com pencas de livros e apostilas embaixo do braço: era para parecer inteligente mas me pareceu coisa de poser. E se você não gosta de Glam Rock, não é legal ser poser. Mas até ai perdoável…

Triste mesmo foi quando deram um teclado americano para ele e ele usou mapa de caracteres porque não sabia fazer ‘Ç’ usando C+Acento. Depois disso eu nunca mais levei ele à sério. Nem esperneei com o inglês medonho dele para palavras do cotidiano de TI como "array" e afins.

Não, ninguém é mais ou menos respeitável por saber ou não usar teclados jurássicos. Ninguém tem obrigação de ter uma pronuncia de inglês técnico impecável para ser um programador impecável. Mas, pelo menos do meu ponto de vista isso afeta a credibilidade de um profissional.

Informática é uma área de trabalho muito dinâmica. Por mais que descubram novas doenças e curas com uma certa frequência, nem medicina é algo tão frenético quanto TI e suas aparições de novas linguagens, novas semânticas, novas metodologias, enfim novos desafios diários (será por isso que TI é mais estressante que medicina?). Sendo assim eu creio e afirmo sem dúvidas que não dá para ser um bom profissional sem estudar muito e constantemente, onde estudar vai de ler blogs sobre a área à ter feito pelo menos um ‘hello world’ em cada linguagem nova que seja promissora.

E tendo esse aprendizado contínuo, não acabamos aprendendo pequenas coisas aparentemente ‘alheias’ à profissão por osmose? Eu creio que sim, e pensando assim seria o próximo passo concluir que ou se sabe tudo, o básico e os add-ons, ou não se sabe nada, já que aprendendo o básico os add-ons vem por osmose.

Hoje em dia diploma não basta, até porque deixando cair o Rg e pagando em dia, em alguns lugares se compra um em 48 ou 96 prestações chamadas ‘mensalidades’. Talvez por isso o mercado esteja saturado de profissionais formados e tão precário em profissionais capacitados. E para saber a diferença, eu ainda me pego primeiro nas coisas pequenas.

Eu não canso o Dado

Filed under: Publicidade, Tecnologia

 

Eu deveria parar com essas coisas e ir trabalhar… mas eu não resisto! À cada update no Dado uma falha mais macabra vem à tona.

 

Mais uma do Dado 

June 2, 2006

Inteligente talvez, bom senso ZERO

Filed under: Publicidade, Tecnologia

Que a google adora lançar serviços betas, muitas vezes inútil, é fato. Mas desta vez parece que alguém superou de longe os limites da falta de testes antes da publicação de um sistema.

O Dado Spitze é uma inteligência artificial capaz de conversar com as pessoas sobre copa do mundo, cerveja, baladas e afins via MSN Messenger. Basicamente você adiciona o endereço dado_diz@bavariapremium.com.br ao seu msn e começar a conversar sobre copa do mundo e cerveja.
Eu poderia ser uma menina legal matando tempo na hora do almoço, MASSSSS, seguindo o exemplo do Charles Pilger, resolvi testar a coisa a fundo. Assim como ele achei coisas graves, mas aliada à um time de adolescentes entediados e cheios de hormonios ajudando a formular perguntas imbecis, chegamos à algumas bobagens típicas de sala de aula, como as abaixo:

Jess diz: você tem dado em casa?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade diz: Não, mas você tem Dado no Messenger… ;-)

Madruga diz: E se eu quiser tomar no cú ao invés de Bavaria?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade diz: Me xinga, me taca na parede, me chama de robozão
.

Felipe Carrasco says: Spitze posso beber de graça se eu falar q sou seu amigo ?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade says: Só Bavaria Premium. E nunca se vou dirigir depois.

 

Mas voltando às coisas graves, que são as que realmente perturbam, além do caso da direção alcolizada, constatado pelo Pilger, há coisas assim:

Jess diz: consumir drogas pode ser mais legal se eu beber uma bavaria premium?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade diz: Só Bavaria Premium. E nunca se vou dirigir depois.

Jess diz: Spitze, é possível se suicidar bebendo muitos litros de bavária?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade diz: Só Bavaria Premium. E nunca se vou dirigir depois.

Jess diz: Dado, se eu virar um alcoolatra por causa de cerveja pilsen eu posso processar a bavaria para ficar rica?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade diz: Claro. Fique à vontade. Pode me chamar de Spitze.

Jess diz: Dado, ao pedir para bavária me mandar um milhão de reais em cerveja serei atendida?
Dado Spitze - inteligência artificial, sabor de verdade diz: Claro. Fique à vontade. Pode me chamar de Spitze.

Até onde vale a pena arriscar a sua empresa (e no caso do Dado, a empresa do seu cliente) com versões betas com falhas perigosas com as vistas acima? É obvio que eu me dediquei à fazer perguntas específicas para sacanear o robozinho deles, mas mas já tem gente falando de usar essas respostas nos tribunais. E se eles realmente vão á tribunal por isso, com certeza, ganhando ou não, a marca da bavária será amplamente divulgada, mas não do modo que esta ação pretendia.

Get free blog up and running in minutes with Blogsome
Theme designed by Chris M